Lula e Flávio Bolsonaro lideram rejeição com 47% aponta pesquisa DataFolha
Fotos: Ronne Oliveira / Mauricio Leiro / Bahia Notícias
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) estão numericamente empatados na liderança do índice de rejeição entre os postulantes à Presidência da República, segundo nova pesquisa Datafolha divulgada nesta quinta-feira.
Tanto o atual chefe do Executivo quanto o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro registraram 47% de recusa do eleitorado, uma oscilação de um ponto percentual para cima em relação ao levantamento da semana anterior.
As movimentações ocorreram dentro da margem de erro, mantendo o quadro de estabilidade observado desde o final de agosto. A pesquisa é a primeira realizada pelo instituto após a sessão no Supremo Tribunal Federal (STF) referente ao caso envolvendo o ministro Alexandre de Moraes e o empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master.
Contratado pela Folha de S. Paulo e pela TV Globo, o levantamento ouviu 2.002 pessoas com 16 anos ou mais entre os dias 15 e 16 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O estudo está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-04029/2026.
A oscilação dos demais pré-candidatos também se deu estritamente dentro da margem de erro, mantendo os percentuais da semana anterior:
- Flávio Bolsonaro (PL): 47% (eram 46%)
- Lula (PT): 47% (eram 46%)
- Renan Santos (Missão): 15% (eram 17%)
- Romeu Zema (Novo): 14% (eram 16%)
- Ronaldo Caiado (PSD): 13% (eram 14%)
- Rui Costa Pimenta (PCO): 11% (eram 11%)
- Samara Martins (UP): 10% (eram 9%)
- Edmilson Costa (PCB): 10% (eram 9%)
- Escritor Augusto Cury (Avante): 9% (eram 10%)
- Clariana Barão (DC): 7% (eram 7%)
- Hertz Dias (PSTU): 7% (eram 7%)
- Veterinário Wilson Grassi (Democrata): 6% (eram 7%)
Entre os entrevistados, 2% declararam rejeitar todos os concorrentes e outros 2% afirmaram não rejeitar nenhum candidato (ou que votariam em qualquer um). O percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam também somou 2%.
Por Bahia Notícias

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