Foto: Lula Marques / Agência Brasil
A Polícia Federal (PF) identificou indícios de que o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, teria corrompido duas policiais civis de São Paulo para forjar o furto de um veículo de luxo, modelo Audi RS6, avaliado em R$ 377 mil.
Em decisão sigilosa, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), André Mendonça, relator do caso conhecido como “Farra do INSS”, citou representação da PF ao apontar a existência de elementos que sustentam a suspeita.
Segundo o magistrado, há indícios de que o investigado “teria corrompido duas policiais civis do Estado de São Paulo, [sendo] uma investigadora e uma escrivã, para que forjassem a prática de um suposto crime de furto do veículo Audi”.
As informações foram reveladas neste domingo (19) pelo site Metrópoles.
Procurada, a defesa do lobista afirmou confiar na Justiça. A advogada Danyelle Galvão declarou que o cliente ainda não foi ouvido no caso e sustentou que ele teria sido vítima de extorsão por parte de um ex-funcionário, acusado pelo próprio investigado de subtrair bens, incluindo outro carro de luxo que lhe pertenceria.
Por Bahia Notícias
